quarta-feira, 24 de outubro de 2007

CONCLUSÃO

Esta segunda parte do livro do Gênesis foi preenchida por três personagens: Abraão (12-25), Jacó (25-37) e José (37-50). Qual foi o papel de Isaac? Por que aparece tão timidamente entre os dois grande fundamentos do povo de Israel? Será sombra de um quadro cujo objetivo é fazer sobressair mais a luz de Abraão e Jacó?

Isaac é um degrau calado e simples, sem feitos extraordinários nem grandiosos, que realiza a missão que Deus lhe confiou dentro da História da Salvação.

É um degrau que une o passado com o futuro, a quem é renovada a promessa: Gn 26,24. Graças a ele, a promessa será transmitida a muitos outros. Em silêncio e com humildade, cumpre o que a confiança de Deus lhe recomendou. Isaac se converte na figura de Cristo (comparar gn 22,2 com Jo 3,16).

No plano de Deus o essencial não é brilhar ou ser importante, mas levar a cabo a missão que Ele confiou, seja ela qual for. O eficaz e valioso não consiste em realizar grandes coisas, mas em fazer a vontade dele, embora nem nós nem ninguém a compreenda. Os critérios de Deus não são os nossos critérios.

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