terça-feira, 25 de dezembro de 2007

PERDOAR: UM ATO DA VONTADE

O perdão não é um sentimento, mas um ato de vontade. Se eu quero, posso perdoar. Jesus insistiu tantas vezes no perdão... Ele não pediria algo que não pudéssemos fazer. Perdoar é uma decisão de cada um. É um ato da vontade que preciso e devo querer realizar.

Talvez o mais difícil seja nos convencer de que perdoar é bom para nós. Quando o Espírito Santo me convence de que sou eu que ganho quando perdôo, então fica mais fácil começar a perdoar.

As perguntas que poderíamos nos fazer são:
O que ganhei até hoje em ficar de mal com aquela pessoa?
Qual a vantagem, o lucro ou o rendimento que tive em ficar de mal?
Se perdoar, o que eu vou perder? Concretamente, o que vou perder?
Quase todos concluem que nada perdem. Só têm a ganhar. Então, se nada perco e só ganho, por que não perdoar?

Os efeitos da falta de perdão são: dor de cabeça e de coluna, enxaqueca, artrite, gastrite e tantas outras doenças. Médicos especialistas chegam a afirmar que até 90% das doenças vêm do fator emocional. Se isso acontece de fato, certamente a falta de perdão é o que mais contribui para isso.

Fazendo as contas, concluiremos que “perdoar é mais barato” que ficar com a mágoa. Se nada perco e só ganho, por que não fazê-lo? A bem da verdade, alguns sempre perdem quando acontece o perdão. E poderão perder muito. Os fabricantes e vendedores de remédios terão menos procura e clientes.

Perdoar a outra pessoa não significa que eu deva renunciar a lutar por meus direitos. Quando há uma briga por causa de bens, o que não se pode é ficar com mágoa e ressentimento no coração. Jesus insiste que devemos “perdoar de todo o coração”. Mas isso não significa deixar de lutar para que se faça justiça. Nossa luta pela justiça é para que cada um fique com a justa e legítima parte que lhe cabe.

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