sábado, 12 de julho de 2008

CONSCIÊNCIA POLÍTICA

Este ano é um ano politico. Iremos escolher os nossos representantes: vereadores e prefeito. Como cristãos, temos o dever, de escolher o candidato que comungâo com o pensamento cristâo. Uma vez que o nosso candidato rouba estamos também cometendo juntamente com ele esse pecado, pois, fui eu que o coloquei lá. Dai a importância de escolhermos bem o nosso representante. Espero que você leia com muita atenção esse artigo.


Todas as nossas ações constituem o âmbito privado de nossa vida: como moramos, onde estudamos, nossos relacionamentos afetivos ou profissionais, qualquer coisa que fazemos, falamos ou mesmo pensamos refletem nossos interesses pessoais. Mas nós não estamos sozinhos. Nossos interesses, nossa dimensão privada se encontra, colide e muitas vezes conflita com os interesses das outras pessoas. E essa é a dimensão social da nossa vida. Não vivemos em um estado natural no qual nossas decisões não tenham conseqüências. Vivemos, isso sim, numa sociedade e nela nossas ações são reguladas por meio de condutas artificiais, estabelecidas para permitir que todos os participantes do "jogo da vida" tenham as mesmas condições de agir.


O PODER EXISTENTE DO ESTADO


Entre todas as formas de exercício do poder, e mesmo da força, que podemos ver se realizar na sociedade, vamos nos ater à dimensão do espaço público no qual o poder é exercido pelo Estado. A partir da Idade Moderna, com a formação das monarquias nacionais, o Estado se fortalece e passa a significar a posse territorial e o comando de seus habitantes a partir de um poder centralizado. Apenas o Estado tem o direito de fazer e aplicar as leis, recolher os impostos e manter um exército. Este monopólio dos serviços essenciais tem por finalidade garantir a ordem interna e externa, porém, exige o desenvolvimento de um aparato administrativo fundado em uma burocracia controladora. Estes dois elementos, o aparelho administrativo para prestação de serviços públicos e o monopólio legítimo da força, são as características que identificam o Estado moderno. Como só a força não é suficiente para a manutenção do poder, o Estado precisa ser legítimo, ou seja, precisa ter o consetimento daqueles que obedecem. A discussão acerca da legitimidade do Estado é importante à medida que está ligada à questão da obediência que é devida apenas ao comando de um poder legítimo. Nesse sentido, a obediência se torna voluntária, é, portanto, uma obediêncialivre. nâo sendo legítimo não haverá obediência voluntária, surgindo o direito à resistência, que levará a um conflito social.


O poder só se torna legítimo quando emana do povo e se faz em conformidade com a lei, sem personalismos. Isto significa que só se torna um poder de direito quando não se funda no uso da força ou de privilégios, mas em um mandato popular, onde todos são iguais em direitos e deveres. O próprio poder estabelece seus freios. Para isso o Estado se organiza em torno de três poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário). O lugar do poder, portanto, é um lugar vazio. É um poder com o qual ninguém pode se identificar e que será exercido, por um prazo determinado, por aquele que para esta função for escolhido pelos demais.


O EXERCÍCIO DEMOCRÁTICO


O ideal democrático se organiza em torno de três estruturas: conflito, abertura e rotatividade. Por conflito entende-se a existência do pensamento divergente. A sociedade democrática deve usar o conflito, isto é, a partir da discussão, do confronto, tornar possível sua superação. Superar não é calar o pensamento divergente, mas encontrar um caminho que permita sua realização sem conflitos. Abertura significa a liberdade de informação e também a participação de todos no processo cultural, ou seja, não significa consumir informação e cultura, mas estar apto a produzi-las. Rotatividade significa tornar o lugar do poder efetivamente vazio, sem privilegiados. É necessário também que os espaços de produção e consumo de cultura estejam ao alcance de todos e que o pensamento diverso não seja considerado errado, mas uma outra forma de ver a realidade. Só assim a democracia será fortalecida.


Inscrito por: Maria Cristina Leite Gomes, filosofa e professora. Artigo de setembro/2004, Revista Missões.

Um comentário:

Leidiane disse...

Esse blog é a cara do jovem cristão tem tudo que um cristão catolico gostaria de saber, amei e divulgarei para a galerinha jovem, Marcos vc acertou em cheio q a sua comuni continue sendo usada po DEUS

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