segunda-feira, 10 de outubro de 2011

TENTAÇÃO - Parte II

Vamos continuar a nossa formação sobre a "tentação".

A parte das tentações que sofremos procede de nós mesmos. Não necessitamos de ninguém para sermos tentados. Basta a liberdade para poder usá-la mal. Uma decisão, uma escolha errada e tudo sai errado. O pecado original deixou isso em nós.

Nós somos fracos, por causa disso Deus cuida de nós como uma criança (cf. 1Cor 10,13). A tentação é permitida por Deus (cf. Lc 22,31), por isso Satanás deve pedir permissão. Deus, como um grande Pai que é, vela para que nenhum dos seus filhos sejam pressionados mais do que pode suportar.

As tentações surgem:
        a.) de nós      b.) do mundo       c.) do Demônio
Não é fácil saber qual desses estamos sendo tentados. Já que a nossa inteligência é introduzida através da imaginação e memória, objetos apropriados a nosso entendimento que está ligado aos nossos pensamentos. Diante do que desejamos.

Existe alguns pontos que podem nos apontar para podermos perceber se uma tentação pode ser do demônio:
         a.) sem causa razoável
         b.) muito intensa
         c.) persistente
As tentações do demônio nunca são crônicas. Por veementes que sejam, quando desaparecem, não deixam a mais leve sequela na psique que os padeceu.

Diante de uma tentação, o nosso papel deve ser de repeli logo. A tentação nada pode nos fazer se a repelimos imediatamente, assim que pressentirmos, se não dialogarmos com ela, é inofensiva. Ao dialogar, ao ponderarmos os prós e os contras do que esta nos oferecendo, a nossa fortaleza se enfraquece, nossa oposição se debilita. E se torna mais fraca a nossa vontade.
O que devemos fazer é justamente duas:
                a.) ignorá                   b.) começar a orar

continua...


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