sábado, 2 de maio de 2015

FELICIDADE

É possível ser feliz? Em que consiste a felicidade?
-          A felicidade seria:
·         Belos sorrisos
·         Seria não ter dor
·         O não ter sofrimento
·         O não ter perda
·         O não ter tristeza

-          A felicidade encontra-se mais aquilo que o ser humano faz de si próprio.
-          A riqueza não traz felicidade em si, mas, é um meio que nos proporciona outras coisas.

A Experiência de Ser

·         “A Satisfação” – no modo como vivemos, nos leva uma alegria, contentamento, prazer. Só a satisfação não é suficiente, porque ela supõe a realização de desejos que são conflitantes. Em qualquer caso, os desejos não são compatíveis e uma decisão satisfaz um desejo, mas frustra o outro.

·         “Autonomia da decisão” – quando somos livres, agimos com nossos projetos de vida, decidimos de modo coerente.

·         “Reflexão” – que nos permiti apreciar o que desejamos da vida como um todo, conforme projetos que dão sentido às nossas decisões.

-          A reflexão sobre o que fazer da nossa vida para alcançar a felicidade nos coloca diante de escolhas morais.

-          O que é a felicidade se não tivermos com quem compartilhar nossa alegria? A felicidade é também a celebração da amizade, do amor e do erotismo.

Tipos de Amor

·  Eros – termo grego que significa “erótico”. Aqui é o relacionamento amoroso. A paixão amorosa está associada à exclusividade e à reciprocidade. Onde o ser humano demostra os seus desejos, é tal força que impulsiona a busca do prazer e da alegria de conquistar o amado. Deseja capturar o ser amado, porque o apaixonado deseja o desejo do outro.

·    Fhilía – termo grego que significa “amizade”. Amor vivido na família ou entre os membros de uma comunidade. Ele expressa: “a generosidade”, “o desprendimento”, e a “reciprocidade”, isto é, “a estima mútua”. O ser humano só podem ser amigos enquanto não terem “provado sal juntos”.

·   Ágape – termo grego que significa “amor fraterno”. Entre os cristãos antigos, designava as refeições fraternais, em que se reuniam ricos e pobres, daí o sentido de “caridade”, de “amar ao próximo como a si mesmo”.

-     Para Platão, a felicidade é de natureza racional e moral, e depende do controle do corpo e das paixões.

-         Para Descartes, a felicidade depende do reto uso da razão.

-        Para Espinosa, o “desejo” é a própria essência humana desenvolve em nós a capacidade de pensar e de agir, e nos ajuda a distinguir as emoções que atrofia o potencial do nosso existir.


-       A felicidade não se separa do processo de constituição da identidade de cada um de nós, do que queremos para nossa vida, da nossa experiência de ser.

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